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Crise hídrica: suas consequências e soluções

Apesar das consequências desastrosas que a crise hídrica do Brasil já provocou, nada está perdido. Existem soluções promissoras para lidar com essa situação e evitar prejuízos, inclusive com o uso de geradores de energia.

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Um dos problemas mais alarmantes que o Brasil enfrenta atualmente é a crise hídrica que vem gerando consequências difíceis para os negócios e a população em geral. Impactos na conta de energia, perdas de recursos econômicos, entre outras dificuldades têm exigido que soluções fossem pensadas para lidar com essa realidade. 

Segundo a ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), o Brasil se encontra com o pior volume médio de água em 91 anos. 

As bacias hidrográficas do Paraná, Rio Grande e Paranaíba enfrentam situações críticas, atingindo as barragens localizadas no centro-sul do país, onde reservatórios atuam com o menor volume em toda a história hídrica do país. 

Quais as consequências desse panorama e como o uso de geradores pode ser uma solução nesse enfrentamento? Descubra lendo este post até o fim! 


Quais motivos influenciaram a atual crise hídrica do Brasil?

hidrelétrica

Destacar apenas um ou dois motivos para a situação da crise hídrica do Brasil não seria suficiente, visto que uma junção de fatores levou a essa preocupante realidade. O alto consumo de água, devido ao aumento populacional e crescimento das cidades, ligado ao seu desperdício em algumas atividades, ajudam a compreender como chegamos a essa consequência. 

Outro fator que influenciou a crise hídrica do Brasil foi a diminuição das chuvas, que é uma consequência da umidade em algumas regiões da América do Sul. 

No entanto, refletir sobre o que motivou a crise não trará melhorias, sem que se pense em soluções eficazes para lidar com esse problema, a começar pela ampliação de campanhas de conscientização sobre o melhor uso da água para toda população. 


Consequências da crise hídrica

Quem não tem sentido pesar no bolso o aumento das contas de luz nos últimos meses? A verdade é que essa é uma das consequências imediatas da crise hídrica que o país enfrenta. 

Desde 2020, o governo instituiu a bandeira tarifária vermelha, que corresponde ao valor de R$ 9,49 por 100 kWh, impactando diretamente no orçamento das famílias, comércio e indústrias. 

Com a piora da crise, a bandeira “escassez hídrica” entrou em vigor 1º de setembro, aumentando 49,63% no valor pago atualmente. 

Essa medida deve durar até 30 de abril de 2022, contando com a melhora da situação. 

Além de ter que arcar com os altos custos com energia elétrica, o país ainda vem enfrentando diversos apagões referentes à crise hídrica atual, sendo este é um dos mais temidos problemas, visto que as suas consequências podem ser desastrosas. 


O apagão e suas consequências

matéria de dezembro, portal G1

Entre os 37 apagões vividos no ano de 2020, o maior e mais devastador ocorreu no estado do Amapá, em novembro. Nesse contexto, 14 cidades e 90% da população permaneceram no escuro por vários dias, devido à explosão de três transformadores da principal subestação do estado. Alguns pacientes que se encontravam internados nos hospitais dependendo de aparelhos para sobreviver foram atingidos diretamente pela falta de energia, sendo que os médicos estavam escolhendo quem manter conectado. 

A população em geral sofreu com a falta de telefone, internet, caixas eletrônicos para realizar suas compras e/ou transações. Foram inúmeras perdas e prejuízos que as altas multas aplicadas às empresas responsáveis não foram capazes de reaver. 


Como solucionar o problema de crise hídrica do Brasil?

A  Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já vem tomando providências para tentar controlar a crise hídrica instalada no país. 

Uma delas é a aprovação de uma campanha de conscientização que deve ser promovida pelas empresas distribuidoras de energia elétrica, como forma de reduzir o consumo e economizar a cada mês. 

As discussões sobre o assunto já definiram algumas propostas como a elaboração de planos de contingência, fiscalização, monitoramento do desmatamento, integração da gestão das águas com a gestão ambiental, bem como com o manejo e uso do solo nas áreas urbanas e rurais. 

Vejamos algumas soluções concretas para combater a crise hídrica do Brasil: 


Novas fontes de energia

Diversos especialistas defendem o investimento em novas fontes de energia como uma maneira eficaz de passar pela crise hídrica atual e evitar outras situações como essa futuramente. 

A energia solar é uma das baratas formas de geração de energia elétrica e vem crescendo de forma promissora nos últimos anos. 

É preciso considerar que o sol é uma fonte de energia renovável, limpa e sustentável, contribuindo para a preservação do meio ambiente e melhor qualidade de vida para a população. 

Esse recurso natural existe em grande quantidade no Brasil, visto que somos um dos países de maior incidência solar no mundo. 

Em suma, a falta de água também significa excesso de sol, o que agrega mais pontos positivos para investir no uso de energia solar como forma de garantir a geração de energia no Brasil, combatendo situações de crises hídricas. 


Sistemas próprios de captação e armazenamento de água para agricultura

Algumas tecnologias para armazenamento de água das chuvas, bem como tratamento e reaproveitamento da água das residências já estão sendo implementadas em determinados lugares do país. 

No caso dos pequenos produtores que não possuem acesso à rede pública de abastecimento de água e tratamento de esgoto, a obtenção de um sistema próprio de captação e armazenamento traz soluções bastante favoráveis para a sua segurança hídrica. 


Reuso dos efluentes em indústrias

O reuso da água que vem do esgoto tratado tende a diminuir o uso de água potável também nas indústrias, podendo ser utilizadas para finalidades que não demandam de água nessa qualidade como: limpeza das áreas industriais, sistemas de refrigeração, vasos sanitários etc. 

A economia pode chegar a até 70% do uso de água potável nesse contexto. 


Como o uso de geradores pode ajudar no contexto de crise hídrica?

Como vimos anteriormente, os apagões são uma das mais desastrosas consequências da crise hídrica no país e, dentro dessa realidade, residências, comércios e indústrias acabam precisando aderir a soluções imediatas para lidar com a situação. 

Assim, os geradores contribuem para manter o funcionamento das operações das empresas e indústrias, bem como das casas, sempre que houver uma queda de energia. 

Até para a economia de energia, os geradores são uma ferramenta eficaz, de modo especial nos horários de pico, no qual ocorre um alto consumo de energia. 

Imagine está trabalhando intensamente em sua empresa e, de repente, ocorrer uma queda de energia que dure algumas horas até que volte ao funcionamento normal? É certo que alguns equipamentos e máquinas podem ser prejudicados dentro desse período, além de haver perdas de dados importantes para a gestão. 

O uso de um gerador tende a evitar tais prejuízos, garantindo a continuidade no funcionamento de todos os computadores, equipamentos e maquinário de uma empresa. 

Também nos condomínios essa vantagem se estabelece, principalmente para manter as áreas comuns, portarias e elevadores funcionando. 

No caso dos hospitais, o uso do gerador é realmente essencial para manter a vida dos pacientes que necessitam de aparelhos nas UTIs, hemodiálise e outros. 


Formas de funcionamento de um gerador

Os geradores possuem três formas de funcionamento, a depender da necessidade local: 

• 24h: em situações que não possuem acesso à rede elétrica; 

Horário de pico: economizando a energia quando ela está sendo usada em excesso; 

• Stand-by: usado em situações de queda de energia ou falhas no sistema de distribuição. 


Benefícios do uso de geradores em contexto de crise hídrica

Pesquisas indicam que o setor de geradores a diesel deve atingir a marca de 30 bilhões de dólares até 2027, com o intuito de atender as demandas cada vez maiores de consumo de energia elétrica. 

De modo especial, no contexto de crise hídrica, vale considerar alguns benefícios de utilizar geradores: 

• Manter o funcionamento dos computadores, equipamentos e maquinário das indústrias e comércios; 

• Atender as demandas domésticas relativas à energia elétrica; 

• Manter os aparelhos de UTIs, hemodiálises etc. ligados nos pacientes dos hospitais; 

• Evitar panes no sistema das empresas, bem como perdas de recursos econômicos, em caso de quedas inesperadas; 

• Atuam como backup em caso de falhas na rede elétrica local. 


A solução para não ficar no escuro são os geradores de energia

Até aqui, já deu para perceber como os impactos da crise hídrica vivenciada atualmente no país têm sido preocupantes, não é mesmo? 

No entanto, algumas soluções realmente eficazes já estão em pauta para combater essa situação e evitar outras no futuro. 

Sabe-se que, para chegar a uma situação melhor desse contexto, será necessário um trabalho em longo prazo de conscientização e mudanças na captação e geração de energia do país. 

Em meio a isso, a vida continua e você precisa manter o funcionamento do seu negócio ou a qualidade de vida da sua família, por isso os geradores de energia são a solução imediata para não fica no escuro nessa crise hídrica. 

Além de evitar prejuízos concretos provocados pelas quedas inesperadas, os geradores também contribuem para a economia nos momentos de alto consumo de energia. 

Não fique no escuro por causa da crise hídrica, invista em soluções imediatas para manter a geração de energia“.

As marcas Generac e Pramac oferecem soluções específicas para a sua necessidade. Quer saber qual é o equipamento ideal para a sua realidade? Entre em contato conosco! 

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